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Sexta, 18 Maio 2018 14:46

Jovem otimiza análise musical para usá-la até em terapia cardíaca

Não é só o nome dele que é complicado. O jovem Vighnesh Leonardo Shiv, dos Estados Unidos, também desenvolveu um estudo bem complexo para sua idade. 

Quando tinha entre 17 e 18 anos, foi finalista de uma premiação do Google sobre algoritmos, análise musical e processamento de sinais.

O Google Science Fair é um evento em que 15 finalistas mundiais de 13 a 18 anos criam seus projetos na sede da gigante da tecnologia, na Califórnia, para que juízes e o público em geral vejam.

Créditos: reprodução/site Google Science Fair

Jovem otimiza análise musical para aplicá-la até em tratamento cardíaco e sismologia

O menino explicou que a análise automática de música é a extração automatizada de informações perceptivas relevantes (notas, instrumentos etc.) de arquivos de música (como MP3s). Segundo ele, a dificuldade do problema reside na necessidade de fazer engenharia reversa no cérebro humano para analisar os dados musicais.

“Os musicólogos devem transcrever milhares de horas de música à mão; um transcritor de pontuação automática tornaria esse processo tremendamente mais eficiente”, afirmou, criticando os processos atualmente utilizados. Além disso, ele cita que o estudo pode ajudar a organizar e recuperar bancos de dados, além de contribuir com a educação musical.

O novo algoritmo que Shiv desenvolveu, batizado de rede neural de peso contínuo, demonstrou resultados que os mecanismos anteriores não obtiveram. “Alcança uma precisão de detecção de início de 98,1% [...], superando dramaticamente o melhor resultado conhecido [...] de 85,5%, publicado apenas em 2010”, descreveu o garoto na apresentação de seu projeto.

Se você pensa que a pesquisa do garoto não é tão importante, ele mesmo enumerou outras motivações que o levaram a estudar o assunto. Shiv afirma que seus resultados podem contribuir para outras áreas fora da música, como reconhecimento de fala e melhoria de aparelhos auditivos, processamento de imagens, análise de doenças cardíacas por meio de eletrocardiograma, detecção de câncer e estudo de ondas sísmicas.

Créditos: @angelhell/iStock

Jovem dos Estados Unidos otimiza análise musical para aplicá-la até em tratamento cardíaco

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Do queminova

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